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1º MAIO LIBERTÁRIO
POR SINDICATOS REVOLUCIONÁRIOS !
NÃO AOS PARTIDOS
Nem explorados e nem exploradores é a máxima libertária, que aponta para a Justiça, a Liberdade e o Progresso Social. Já mencionados por trabalhadores sindicalmente organizados, quando em 1906 fundavam no 1º de Maio a Confederação Operária Brasileira – COB, e suas Federações Operárias, aqui no RS a Federação Operária do Rio Grande do Sul, aderindo aos princípios da Associação Internacional dos Trabalhadores – AIT.
Este movimento teve grandes lutas que culminaram na Jornada Semanal de 8 Horas de Trabalho, Férias (pagas em dobro); Previdência, Legislação Social e o Salário Mínimo (para sustentar uma família com Alimentação, Vestuário, Moradia, Educação, Transporte, e Saúde).
Não foram benefícios concedidos pela ditadura na década de 30 (uma ditadura que roubou as bandeiras de luta e o patrimônio dos trabalhadores enquanto expulsava, matava e perseguia os sindicalistas), foram conquistas sociais dos trabalhadores sindicalmente organizados.
Atrelaram os sindicatos ao Estado e apossaram-se das Associações de Socorros Mútuos e das Caixas de Pecúlio e de Assistência dos Trabalhadores transformadas em Instituições Estatais (como IAPCs, IAPIs, IAPETCs, IAPBs, etc.).O golpe de 64 e a abertura política continuaram este caminho quando unificaram todos estes Institutos primeiro no INPS e agora no INAMPS. Depois de perdido todo nosso patrimônio coletivo o trabalhador vê-se jogado à miséria do SUS enquanto vão privatizando a previdência e a assistência médico-hospitalar. Precisamos retomar o que é nosso, para poder melhorar.
É preciso reagir com um novo sindicato. É preciso construir a Ideologia de Resistência no Sindicalismo, não da conciliação ou do parasitismo partidário e social. Também é preciso recuperar a postura de Autonomia e de Gestão da Classe Trabalhadora. Princípio de defesa do Patrimônio Público que dever ser coletivo e não estatal ou privado.
Nossa luta sindical deve apontar energicamente pela redução da jornada de trabalho para 6 horas diárias e 30 semanais, sem redução salarial, possibilitando o regime de turnos no trabalho aumentando a satisfação e o nível de emprego.
É preciso romper também com a equivocada "política" sindical que privilegia as greves isoladas ou parciais, que só nos trazem derrotas enquanto as elites engordam o seu Capital.
Só a revolucionária Greve Geral e os sindicatos preparados na perspectiva da coletivização do Trabalho e que poderão apontar a Igualdade, Justiça Social e o fim da exploração,dos privilégios e da violência
NÚCLEO PRÓ SINDICATO DE OFÍCIOS VARIOS/FORGS/COB/ACAT/AIT
Contatos: Caixa Postal 10563 CEP 90 001-970 PA/RS - e-mail forgs@zipmail.com.br